A forma como você pisa significa muito

Seus pés, seu tênis e a maneira como você caminha dizem muito sobre sua pisada

Avaliar uma pisada parece uma tarefa feita apenas para especialistas, afinal, não é algo que as pessoas costumam fazer com frequência. E isto só ocorre porque raramente nos interessamos em observar como pisamos, a não ser que tenhamos alguma dor ou outro desconforto nos pés. Por este motivo, este artigo foi feito para que todos possam ter uma ideia de como identificar as principais alterações de pisada e, com isso, possam fugir de problemas desnecessários.

a forma como você significa muito

Para começar, peça para que alguém olhe você andando. Certamente, esta pessoa (que não precisa ser nenhum perito no assunto) irá perceber aspectos mais gerais como inclinações do corpo, tamanho do passo, movimentos de joelho, assimetrias chamativas e outros movimentos extremamente notáveis, caso existam. Estas informações de alguém leigo no assunto ajudam a repararmos em variações mais evidentes. Outro modo semelhante é caminhar em frente e/ou de lado a um espelho grande.

Depois de uma avaliação geral, vamos para um método mais específico. Pegue um par de tênis com maior tempo de uso e observe sua sola. Olhe sempre os dois, um ao lado do outro. Na sola você encontra zonas de maior e menor desgaste. Tente reparar onde estas zonas estão localizadas e o quanto elas estão gastas ou mesmo intactas. As regiões mais usadas podem ser o reflexo das áreas do pé que costumam receber mais peso (em alguns casos são áreas que ficam raspando no chão e não necessariamente recebem carga). E as regiões menos alteradas são aquelas menos usadas, ou seja, relacionadas às áreas dos pés que não recebem tanto peso. Em seguida, olhe os calçados por trás e tente perceber algum desnível na sola na parte de trás. Esta característica está relacionada ao tipo de apoio do calcanhar. Um desgaste na parte interna sugere um mesmo apoio na parte interna do calcanhar, bem como no caso do desgaste na parte externa, que sugere um apoio na parte externa.

Agora vamos mais a fundo e, utilizando o mesmo calçado olhe a palmilha dele (se for possível retirá-la para fora será mais fácil). A maioria das palmilhas fica marcada com o tempo, sendo possível notar que os pontos de maior pressão do pé fazem o material dela ceder mais que os pontos de menor pressão e por isso, com o tempo, elas nos mostram as regiões do pé mais utilizadas.

Por último, vamos observar a sola de nossos pés. Passe a mão de leve e irá reparar regiões onde a pele é mais densa, mais rígida, ou áspera. Estas são regiões tem a pele mais espessa por ser mais usadas e receberem maior pressão e atrito. Por isso, como uma forma de adaptação a pele fica mais espessa. Diferente é o caso das regiões onde a pele é mais fina, macia e lisa, que representam as áreas menos usadas, que recebem pouca pressão e atrito.

O fato de descobrir que você usa, por exemplo, mais a parte interna do pé, não significa que precisa colocar um calço em um dos lados, ou que precisa comprar um tênis com reforço unilateral, ou começar a fazer força para corrigir isso, de jeito algum! Muitas vezes, essas alterações não geram dores ou sobrecargas, pois são adaptações harmônicas do seu corpo e por isso, quando alteradas, podem gerar danos irreversíveis.

A necessidade de corrigir algumas alterações na pisada deve ser confirmada somente após uma avaliação profissional especializada. Além da avaliação postural, podem ser feitas a baropodometria estática e dinâmica e a escanometria, exames que medem a pressão exata em cada ponto do pé, inclusive durante uma corrida (existem esteiras de corrida com sensores capacitivos para este tipo de avaliação), bem como uma visualização detalhada do formato e das áreas mais utilizadas. Muitos tratamentos para dores nos pés são realizados, apenas, melhorando a postura e estabilidade de articulações superiores como joelho, quadril e coluna. Somente os casos de dores e lesões onde são observadas as influências do pé são tratados corrigindo-se a pisada, com técnicas específicas e uso de palmilhas personalizadas.

Fonte: www.minhavida.com.br

 

01. setembro 2015 por admin
Categorias: exercicios físicos | Tags: , , , , | Deixe um comentário

Correr para perder a barriga! Saiba como

Correr para perder barriga exige tática de treino específica

Quem tem pressa em perder peso nem pensa duas vezes na hora de acelerar o passo: a corrida é, realmente, uma das melhores atividades físicas para emagrecer com saúde. O esporte aumenta o metabolismo, fazendo a queima de calorias acontecer mais rapidamente.

Por isso, o consumo maior de energia não se restringe aos minutos de treino, mas ao dia todo. Muitos defendem que a corrida leve é ideal para perder peso, numa prática com mais de 30 minutos. Nem sempre. O que emagrece mesmo é a continuidade da atividade física, com exigência crescente de esforço. O aumento do metabolismo, provocado pela atividade física, faz com que o organismo continue acelerado por mais alguma horas, depois do exercício. Ou seja, não é só durante a atividade física que há queima de gordura.

Corrida para perder barriga

Com aumento do gasto calórico e uma dieta balanceada, seu corpo reage queimando as reservas de gordura. Por isso, as atividades mais longas ou mais intensas têm gasto energético-calórico maior e agradam mais quem busca resultados em pouco tempo.

A gordura abdominal, entretanto, exige uma tática específica para derreter. Contra ela, o mais eficaz é um programa de corrida ou caminhada com variação de intensidade no mesmo treino. Isso, claro, sem exageros que levem a lesões. Os picos de treino obrigam o corpo a queimar energia até das fontes mais difíceis. Daí o consumo da gordura visceral.

Mas se você mantinha uma rotina sedentária, vá com calma. Lembre-se que o exagero de hoje pode significar até uma semana sem treinar. Respeite o seu ritmo e, na dúvida, peça orientação ao seu professor.

Fonte: www.minhavida.com.br

27. agosto 2015 por admin
Categorias: emagrecer, treinamentos | Tags: , , , | Deixe um comentário

Framboesa ajuda a regular a pressão e reduz o risco de câncer

Fruta também é aliada contra a doença de Crohn e melhora a cognição

A framboesa, pequeno fruto de sabor e propriedades características, pertencem à família Rosaceae, também da rosa e que, apesar de cultivada mundialmente, apresenta distribuição localizada sobretudo no hemisfério Norte, especialmente na Europa, América do Norte e Ásia. A framboesa figura no topo da lista das berries – as frutas vermelhas – mais popularmente consumidas, ao lado do morango, mirtilos e amora.

Esse fruto se caracteriza pelo baixo teor de gorduras, elevada quantidade de água e, consequentemente, baixa densidade energética, ou seja, poucas calorias proporcionalmente ao tamanho da porção. As framboesas são fonte de fibras alimentares, imprescindíveis para manter o trânsito intestinal adequado e prevenir a constipação, além de apresentar baixo índice glicêmico, figurando como uma boa opção dentre as frutas para consumo por indivíduos que necessitam controlar os níveis de açúcar no sangue.

As framboesas apresentam determinados compostos bioativos que exercem diversas atividades metabólicas, sendo também é fonte de:

  • Vitamina C:Importante para o sistema imunológico e processo de cicatrização de tecidos
  • Manganês:Nutriente que atua no metabolismo de nutrientes e participa dos processos de crescimento e reprodução
  • Potássio:Atua na contração do coração e músculos, condução de impulsos nervosos e, em equilíbrio com o sódio, ajuda a regular a pressão arterial
  • Vitamina K:Vitamina lipossolúvel que participa no processo de coagulação sanguínea e contribui para a saúde óssea
  • Cobre:Um oligoelemento, necessário em pequenas concentrações no organismo e que está envolvido na formação adequada das células do sangue, síntese de hormônios e regulação da expressão gênica.

Além desses nutrientes, a framboesa apresenta em menor proporção outros componentes, como a tiamina, ácido pantotênico, folato e magnésio. 

As antocianinas, principal flavonóide das framboesas, são compostos que proporcionam a coloração característica da fruta e, nas plantas, exerce a função de proteger as suas estruturas contra a agressão dos raios ultravioletas. Estes componentes têm sido associados na proteção do organismo frente ao estresse oxidativo e à inflamação crônica, contribuindo para a melhor saúde do coração e vasos sanguíneos por meio de mecanismos que levam à menor agregação plaquetária e estímulo à formação de capilares sanguíneos. Esses fatores em conjunto, proporcionam o relaxamento das artérias e melhor fluxo sanguíneo, contribuindo para a regulação da pressão arterial, reduzindo o risco de desenvolvimento de hipertensão arterial, aterosclerose e outras doenças cardiovasculares.

O ácido elágico, um polifenol encontrado na framboesa, atua também como importante elemento anti-inflamatório, inibindo a atividade de enzimas pró-inflamatórias como a ciclooxigenase, que participa da síntese de componentes responsáveis pela dor e pela inflamação propriamente dita. Este efeito foi demonstrado em estudos que avaliaram a relação entre a ingestão de ácido elágico e melhora de quadros como a artrite, que causa a inflamação nas articulações, além de quadros agudos em doenças inflamatórias intestinais, como a doença de Crohn.

Adicionalmente, o ácido elágico contribui na proteção das células frente ao envelhecimento precoce causado por fatores agressores como radicais livres e exposição solar. Adicionalmente, a vitamina C presente na framboesa contribui, junto aos aminoácidos lisina e prolina, para a síntese de colágeno, proteína do tecido conjuntivo responsável pela sustentação da pele. Em decorrência das propriedades antioxidantes que protegem o DNA celular, a framboesa pode reduzir o risco de desenvolvimento de alguns tipos de câncer, como no esôfago, fígado, pulmão, endométrio, cólon e próstata. A quercetina, um outro composto flavonóide encontrado na framboesa, foi associado ao menor risco de câncer de mama e intestino em estudos clínicos conduzidos em animais, devido à modulação na resposta do sistema imunológico e na apoptose, processo de ciclo de morte celular programada que ocorre no organismo induzindo, por exemplo, à morte de celular anormais.

Framboesa regula a pressão e previne câncer

Framboesa regula a pressão e previne câncer

Adicionalmente, alguns estudos demonstraram existir uma correlação positiva entre a ingestão de flavonoides presentes em frutas, incluindo a framboesa e a melhora em testes de memória assim como no retardo no declínio da capacidade cognitiva associada ao envelhecimento.

Alguns componentes presentes na framboesa têm recebido destaque no campo de pesquisa relacionado à obesidade e síndrome metabólica e, dentre os componentes destaca-se as cetonas da framboesa (raspberry ketones, no inglês), responsáveis pelo aroma da fruta e presentes em quantidades consideráveis. Embora ainda necessite de maiores elucidações em relação ao mecanismo de ação, acredita-se que as cetonas da framboesa contribuam no melhor gerenciamento de peso pelo aumento da expressão e níveis de adiponectina, um hormônio que modula diversos processos no organismo, inclusive o metabolismo de ácidos graxos e a regulação da glicemia. Basicamente, as cetonas estão relacionadas ao aumento da atividade da lipase, enzima responsável pela quebra das moléculas de gordura, otimizando então o uso destas moléculas como fonte de energia e à maior ação termogênica, elevando a temperatura corporal e o aumento do gasto energético. Em paralelo, o tirilosídeo, um outro componente flavonoide presente na framboesa, parece também estar associado ao aumento das ações da adiponectina e se relaciona à capacidade anti-inflamatória, atividade hepatoprotetora e contribui para o melhor perfil lipídico, por inibir a oxidação do LDL-colesterol. As framboesas apresentam ainda outros nutrientes, como a luteína e zeaxantina, pigmentos vegetais carotenoides que ajudam a manter a saúde ocular pela proteção contra a degeneração macular, doença que pode causar perda de visão.

Como consumir

A framboesa consiste numa fruta versátil que pode ser apreciada tanto in natura, quanto consumida em iogurtes naturais, incorporadas em smoothies, no preparo de geleias além de ser utilizada como ingrediente para um leque de receitas, como tortas e bolos. Uma outra forma de incluí-la à alimentação é adicionar a uma salada de folhas variadas, juntamente legumes e nozes (ou a oleaginosa de sua preferência), por exemplo. Além disso, a framboesa figura como uma ótima opção de fruta para acompanhar os cereais matinais integrais no café-da-manhã. Como framboesas são frutas altamente perecíveis, após a compra, recomenda-se mantê-las sob refrigeração e consumi-las em até dois dias após a compra.

Para maximizar os benefícios à saúde provenientes da fruta, orienta-se que se consuma a framboesa preferencialmente in natura, fresca e de forma que tenha passado pelo menor processamento possível, como a exposição ao calor, uma vez que alguns fitonutrientes chave podem apresentar perda substancial e ter seu conteúdo reduzido. A framboesa congelada pode servir de alternativa em épocas que a framboesa fresca não estiver disponível.

Quantidade recomendada

Não existe recomendação mínima estabelecida para o consumo de framboesa, no entanto, em virtude de seu perfil e características nutricionais particulares, recomenda-se que a framboesa seja inclusa no cardápio semanal, em alternância a outras frutas vermelhas. Uma porção de framboesa in natura equivale a aproximadamente 1 xícara de chá (120g).

Para ilustração do elevado conteúdo nutricional, uma porção de framboesa fornece mais de 50% das necessidades de vitamina C diárias e cerca de 1/3 da recomendação mínima de ingestão de fibras alimentares em adultos.

Um observação concerne ao fato de que framboesas estão listados dentre os alimentos que contém quantidades moderadas a elevadas de ácido oxálico, substâncias de ocorrência natural e que, dependendo da quantidade de ingestão, susceptibilidade e condições individuais, podem se ligar ao cálcio e outros minerais formando um complexo insolúvel e se elevando em concentração demasiada nos fluidos corporais. Portanto, em situações em que há necessidade de restrição de ácido oxálico, como em indivíduos com cálculos renais (pedras nos rins), aconselha-se evitar o consumo excessivo destes alimentos ou controlar a ingestão conforme orientação de profissional da saúde.

Fonte: www.minhavida.com.br

 

24. agosto 2015 por admin
Categorias: alimentação, vitaminas | Tags: , , | Deixe um comentário

Bebida energizante para aguentar o seu dia!

Esta é a nossa dica para começar o seu dia com mais disposição!

Esta bebida energizante é super rica em antioxidantes e vitaminas A e C, ácido fólico e fibras, que protegem contra doenças cardíacas e alguns tipos de câncer. Como bônus adicional, os carotenóides em cenoura e maçã retardam o envelhecimento e também protegem a  pele contra os danos do sol.

sueco de cenoura energizante

sueco de cenoura energizante

Ingredientes:
• 3 cenouras médias (com casca), cortadas em pedaços
• 1 maçã de tamanho médio (com casca), cortadas em pedaços
• 2 a 3 talos de aipo picados
• 1 laranja pequena
• gelo triturado para servir

Modo de preparo:
No Juicer
• Produza o suco de todos os ingredientes.
• Coloque um pouco de gelo picado em dois copos e sirva.
• Consuma imediatamente.

No Liquidificador
• Misture todos os ingredientes, usando um pouco de água (se necessário) até que a mistura fique lisa e homogênea.
• Coe o suco utilizando um coador.
• Coloque um pouco de gelo picado em dois copos e sirva.
• Consuma imediatamente.

Fonte: www.eumesintobem.com.br

 

23. agosto 2015 por admin
Categorias: alimentação, produtos naturais, vitaminas | Tags: , , , | Deixe um comentário

Asma: esclareça dúvidas sobre medicamentos que tratam a doença

Broncodilatadores não evitam as crises e são apenas uma parte do tratamento

Segundo o Ministério da Saúde, a doença mata cerca de 2,5 mil pessoas por ano. De acordo com as Diretrizes da Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia para o Manejo da Asma, estima-se que existam mais de 22 milhões de asmáticos no Brasil. Anualmente, ocorrem cerca de 160 mil internações pela doença no país, sendo a quarta causa de hospitalizações no Brasil. Esse número pode diminuir se a asma for controlada corretamente, não só melhorando o ambiente em que o paciente vive, como ministrando os medicamentos adequados – em sua maioria oferecida gratuitamente pela rede pública de saúde.

tratamentos para Asma

tratamentos para Asma

Para entender como funcionam os remédios para asma, é preciso ter em mente que o pulmão do asmático é diferente de um pulmão saudável. “É como se os brônquios do paciente fossem mais sensíveis, mais inflamados, e reagissem ao menor sinal de irritação”, explica o pneumologista Roberto Rodrigues Junior, do Laboratório Exame, em Brasília. Se pensarmos em uma pessoa sem a doença, ela sofrerá uma falta de ar quanto estiver exposta a grandes irritações, como a fumaça de um incêndio. “Diante desse quadro, o organismo da pessoa identifica os agentes irritantes e faz com que a musculatura que existe em volta do brônquio se contraia, fechando o órgão e impedindo que o ar contaminado entre nos pulmões”, diz o pneumologista Roberto. O mesmo processo acontece com um paciente que tem asma, só que os gatilhos para causar uma irritação nos brônquios são bem menos graves, como a poeira. Por isso é importante que ele faça um tratamento adequado e medicamentoso, tanto para controlar uma crise quanto para evitar que elas aconteçam. Quer entender melhor? Veja abaixo o que dizem os nossos especialistas.

Os broncodilatadores ajudam a tratar a asma?

Não, os broncodilatadores servem para aliviar uma crise de asma, mas não a previne. Durante uma crise de asma, você tem o fechamento dos brônquios, impedindo a entrada de ar nos pulmões. Os broncodilatadores servem justamente para relaxar essa musculatura dos brônquios, permitindo que o ar entre nos pulmões novamente. “Essas medicações tem início de ação rápido, gerando um alívio imediato do paciente”, explica o pneumologista Roberto Rodrigues Junior, do Laboratório Exame, em Brasília. Há broncodilatadores de curta duração (entre quatro a seis horas de ação) e de longa duração (de 12 a 24 horas de ação), mas nenhum desses é um tratamento preventivo. “É necessário um medicamento que diminua a inflamação dos brônquios, fazendo com ele não se irrite tão facilmente”, diz Roberto. “São esses medicamentos que evitam as crises, em vez de aliviá-las quando já aconteceram, que ajudam a tratar efetivamente a asma.”

Como funcionam os medicamentos de uso contínuo para tratar a asma?

As medicações de uso contínuo servem para minimizar a sensibilidade e a inflamação as quais os brônquios da pessoa asmática estão sujeitos, fazendo com que os pulmões reajam com menos intensidade aos agentes irritantes, como poeira e ácaros. “Diferente dos broncodilatadores, que apenas revertem o quadro de contração do brônquio, os medicamentos contínuos funcionam para evitar que essas reações aconteçam.”

Existe mais de um tipo de medicação?

Sim, existem diferentes remédios para tratar a asma, que podem ser ministrados por diversas vias. Os mais utilizados são os corticoides, que podem ser aplicados por inalação ou via oral. “No entanto, os medicamentos orais são evitados no caso da asma, pois qualquer remédio quando ingerido vai para a nossa corrente sanguínea, chegando a todas as partes do corpo em vez de apenas nos pulmões, aumentando o risco de efeitos colaterais”, lembra o pneumologista Roberto. Por via inalatória, os corticoides são absorvidos somente pelos pulmões, tratando o problema de forma localizada. As inalações são feitas com inaladores portáteis, por meio de sprays ou em forma de pó, que é inalado por meio de um instrumento próprio. O tempo de ação pode ser de quatro, doze ou 24 horas, e o espaço entre as inalações varia conforme esse intervalo. De acordo com o especialista, 95% dos casos de asma podem ser controlados com o uso de corticoides.
O montelucaste e a teofilina são medicamentos ministrados apenas por via oral, e podem ser encontrados em forma de comprimidos, xaropes ou sachês. “O montelucaste irá reduzir o processo inflamatório dos pulmões e raramente é usado de forma isolada, sendo associado ao uso de corticoides”, explica o pneumologista Roberto. As doses e intervalos de utilização do montelucaste variam conforme o caso e a associação de medicamentos que está sendo feita. Já a teofilina funciona principalmente como broncodilatador, mas possui efeito anti-inflamatório, sendo também associada aos corticoides. O medicamento deve ser ministrado a cada 12h, e as doses também variam conforme o paciente. “Lembrando que para qualquer medicamento ministrado por via oral, o melhor é que sejam doses pequenas.” Há também o omalizumabe, que é um medicamento injetável. De acordo com o pneumologista Roberto, essa droga diminui a resposta das células inflamatórias do pulmão, fazendo com ele fique menos “estressado”.
O omalizumabe é aplicado em média a cada 15 ou 20 dias, e pode ser muito eficaz para os casos em que as medicações não estão surtindo efeitos significativos. Ele também pode ser associado aos corticoides inalatórios, mas não é uma regra.  

A escolha do medicamento varia conforme o grau da doença?

Sim. Os medicamentos orais e o omalizumabe são indicados apenas para casos mais graves da asma, que não foram estabilizados apenas com o uso de broncodilatadores ou corticoides por meio inalatório. “Por isso é importante não ignorar os sintomas se eles persistirem e conversar com seu médico, a fim de encontrar um tratamento mais efetivo”, alerta o alergista Clóvis Eduardo Santos Galvão, presidente da Associação Brasileira de Alergia e Imunopatologia da regional São Paulo.

Existe algum risco em associar essas medicações contínuas com os broncodilatadores?

Nenhum, e inclusive é uma prática que deve ser adotada. Os medicamentos contínuos servem para deixar o quadro mais estabilizado possível, diminuindo ao máximo o número de crises e, por consequência, a necessidade dos broncodilatadores. “No entanto, se mesmo com o uso da medicação a pessoa ainda sofre crises ocasionais, é importante estar com o broncodilatador em mãos”, ressalta o alergista Clóvis.

Os remédios podem ser usados por pacientes de qualquer idade?

Sim, com exceção do injetável omalizumabe, cuja idade mínima é de seis anos. Segundo os especialistas, para todos os outros casos são ministradas doses ou associações diferentes conforme a idade, inclusive bebês. “A maioria dos novos medicamentos, quando chegam ao mercado são indicados somente para maiores de 18 anos, e após estudos de segurança eles podem ser liberados para pacientes maiores de 12 anos, e então para as faixas etárias menores”, afirma o alergista Clóvis.

Como eu sei que estou precisando de um medicamento contínuo?

Se você usa o broncodilatador várias vezes ao dia, é um sinal de que a sua asma está descontrolada e precisa de outras medicações. “O maior risco de uma pessoa que tem várias crises e usa apenas o broncodilatador corre é o de mascarar uma crise mais grave”, alerta o pneumologista Roberto. Isso pode fazer com que você subestime a intensidade do quadro, ignorando sua gravidade e vindo a sofrer consequências alarmantes, como uma asfixia, pois o broncodilatador somente pode não dar conta da crise. “Pessoas que usam ou usaram o broncodilatador mais do que três ou quatro vezes em um único dia devem procurar um pronto socorro ou ligar para seu médico, a fim de buscar formas de tratamento da doença como um todo, não apenas da crise.”

Uma vez que o quadro está controlado, o paciente pode suspender a medicação?

Sim, mas tudo vai depender do paciente e da opinião do médico. Se ele perceber que o asmático está apresentando melhoras, a tendência é diminuir a dose da medicação, até que, em alguns casos, passe a ser necessário apenas o broncodilatador para as crises ocasionais. “No entanto, é de extrema importância que esse acompanhamento seja feito pelo médico, e o paciente nunca deve deixar de tomar a medicação por conta própria”, ressalta o pneumologista Roberto.

Fonte: www.minhavida.com.br

 

16. agosto 2015 por admin
Categorias: tratamento, tratamentos de doenças | Tags: , , , | Deixe um comentário

Puberdade precoce: como é feito o tratamento e acompanhamento?

Após o diagnóstico, podem ser indicados medicamentos específicos para o problema

A puberdade precoce ocorre quando o corpo da criança começa a se desenvolver antes do esperado. No caso, isso ocorre quando as meninas começam a ter um crescimento inicial dos seios antes dos oito anos de idade ou quando os meninos começam a ter um aumento dos testículos antes dos nove anos.

Puberdade tem tratamento

Puberdade tem tratamento

Os maiores problemas da puberdade precoce é que nessa fase também ocorre o crescimento, e quando a puberdade começa muito cedo, a estatura final da criança é prejudicada. Além disso, há as questões psicológicas envolvidas. “Uma garota de oito ou nove anos que apresente corpo de mulher se sente completamente diferente de suas amigas. O mesmo acontece com os meninos, que começam a desafinar a voz antes de todos os outros e a apresentar pelos no corpo”, considera a hebiatra Andrea Hercowitz, pediatra especialista em adolescentes, do Hospital Israelita Albert Einstein. Todos esses fatores acabam interferindo na autoestima da criança, que normalmente já é mais instável nessa fase.

Por isso, veja algumas dúvidas comuns após o diagnóstico da puberdade precoce.

Como o tratamento da puberdade é escolhido?

Quando o quadro é diagnosticado, o tratamento mais comum é o uso de hormônios para bloquear o eixo hormonal que provoca a puberdade precoce. Esse eixo ocorre quando a hipófise, glândula localizada no cérebro, começa a liberar hormônios que estimulam as gônadas (ou seja, os ovários ou testículos) a trabalharem, liberando os hormônios sexuais (estrógeno, progesterona e testosterona), que começaram a agir no organismo, provocando as mudanças da puberdade.

O medicamento usado é um análogo de GnRH, um hormônio sintético que bloqueia o trabalho da hipófise, deixando o eixo inativo. “O medicamento é tomado até uma certa idade, mas isso é determinado pela avaliação clínica completa, conforme o tempo de uso, previsão de estatura da criança, idade óssea, momento puberal em que a criança estava a começar a tomar o remédio”, aponta o endocrinologista pediatra Felipe Monti Lora, membro do Centro de Excelência em Obesidade Infantil do Hospital Infantil Sabará, em São Paulo.

No entanto, quando a puberdade precoce é causada por algum outro fator, como tumores na hipófise ou alguma modificação nas gônadas, esse problema deve ser primeiro tratado, antes de se avaliar se é preciso entrar com o medicamento.

Além disso, mesmo que a puberdade precoce não tenha causa aparente, o diagnóstico tardio pode impedir que o tratamento seja começado. “Depois da menstruação em meninas, por exemplo, é mais difícil bloquear o eixo e nem sempre vale a pena”, avalia Lora. Mas a decisão é feita pelo especialista conforme as características de cada paciente.

Como é o acompanhamento?

Como na maioria dos casos a puberdade precoce ocorre por algum problema desconhecido na hipófise e o acompanhamento varia conforme o uso ou não dos medicamentos para bloquear a puberdade. Quando o remédio é utilizado no tratamento, ele precisa ser tomado com uma periodicidade certa. “O análogo do GnRH, aplicado por via intramuscular com frequência mensal ou trimestral”, explica a hebiatra Andrea. Consultas de rotina são marcadas, para se verificar como está agindo o tratamento.

Agora, quando o médico responsável acredita que não é mais possível bloquear o avanço da puberdade, é preciso um acompanhamento de perto. “É necessário fazer consultas a cada quatro meses, para avaliação da progressão desta puberdade e do crescimento”, considera a especialista.

Como saber que o tratamento está fazendo efeito?

Quando a criança é tratada, os resultados aparecem na desaceleração dos sintomas de puberdade, ou seja, a criança para de crescer tão rapidamente e não há mais o aparecimento de novos pelos pubianos ou no resto do corpo. “Além disso, é normal que as meninas apresentem um pequeno sangramento vaginal logo que começam a tomar o medicamento”, explica o endocrinologista pediátrico Felipe Lora.

Muitas vezes alguns exames de acompanhamento são feitos para detectar como está a recuperação, principalmente se houve uma desaceleração no desenvolvimento da idade óssea da criança. Isso é medido por meio de um raio-X das mãos e dos punhos. Neles, o tamanho dos ossos é avaliado conforme alguns padrões médicos, para determinar como está a evolução do crescimento ósseo.

Como conseguir os medicamentos?

Os medicamentos para o tratamento da puberdade precoce podem ser encontrados em farmácias especializadas, basta seguir a orientação do médico. “Ele também pode ser adquirido no Programa de Medicamentos Excepcionais (Alto Custo) do SUS, mediante solicitação médica e comprovação da doença”, ensina Andrea.

Fonte: www.minhavida.com.br

12. agosto 2015 por admin
Categorias: adolescência, tratamento, tratamentos de doenças | Tags: , , , , | Deixe um comentário

40 dicas para voltar ao peso ideal

Quase metade dos brasileiros está acima do peso, mas é possível reduzir esse número com hábitos saudáveis

Dados da pesquisa divulgados nesta terça-feira (10) pelo Ministério da Saúde mostram que quase metade dos brasileiros está acima do peso. A proporção de pessoas acima do peso no Brasil avançou de 42,7%, em 2006, para 48,5%, em 2011. No mesmo período, o percentual de pessoas com obesidade subiu de 11,4% para 15,8%. Para fugir dessa armadilha perigosa à sua saúde, a nutricionista Roberta Stella reuniu todos os truques para fazer o ponteiro da balança voltar ao normal sem que você passe fome:

Peso Ideal

Conquiste o Peso Ideal

1) Nada de se desesperar: esqueça as dietas muito restritivas ou que prometem um grande emagrecimento em um período pequeno de tempo. Em longo prazo, o resultado é desastroso.

2) Comece fazendo um diário com os alimentos que você ingere todos os dias.Você perceberá os erros e se corrigirá sozinho. Essa mesma pesquisa do Ministério da Saúde divulgou que a presença de feijão e hortaliças na mesa das famílias brasileiras diminuiu, ao passo que o consumo de gordura aumentou.

3) Estabeleça uma rotina alimentar.

4) Estipule cinco refeições por dia, com horários para que elas aconteçam. E cumpra.

5) Analise os rótulos dos alimentos. Muitas vezes, os alimentos light contêm uma pequena diferença na quantidade calórica, que nem compensa a troca.

6) Prefira os alimentos integrais. Eles contêm mais nutrientes e fibras, que fazem um bem danado para o seu organismo.

7) Opte por leites e derivados desnatados. A menor quantidade de gordura significa menos colesterol e calorias na sua alimentação.

8) Cuidado com os embutidos (mortadela, salame, presunto). Eles carregam uma quantidade considerável de gordura, colesterol e sódio.

9) Escolha embutidos com menor quantidade de gordura como, por exemplo, o peito de peru.

10) Não fique mais do que 4 horas sem se alimentar.

11) Faça lanchinhos entre as refeições, hábito essencial para uma alimentação saudável.

12) Para esses lanches, opte por alimentos fáceis de serem obtidos e carregados na bolsa, como iogurte, barrinha de cereais, frutas e bolacha salgada.

13) Coma pelo menos 2 frutas por dia.

14) Consuma as frutas (maçã, pera, uva) com casca.

Coma frutas todos os dias - Foto: Getty Images

Frutas

15) Saladas e legumes devem fazer parte da sua alimentação diária.

16) Evite preparações altamente calóricas como gratinadas, fritas, à parmegiana, à milanesa e quatro queijos.

17) Tempere as saladas com suco de limão e vinagre.

18) azeite tem gorduras boas para o coração. Mas isso não quer dizer que ele não seja calórico. Se a intenção é emagrecer, use com muita moderação.

19) Doces devem ser evitados, principalmente bolos recheados, tortas, bomba de chocolate.

20) Prefira os sanduíches naturais aos oferecidos pelos fast-foods.

21) Atum e sardinha em conserva são ótimos para uma salada ou um sanduíche. Mas lembre-se: utilize a versão light, conservada em água, não em óleo.

22) Prefira as carnes menos calóricas, como peixe, frango e cortes magros de carne bovina.

23) Retire a pele do frango.

24) Cuidado com os molhos à base de maionese para temperar saladas.

25) Prefiras os picolés ao sorvete de massa. 

26) Sucos naturais são uma ótima pedida para se refrescar.

27) Você pode contar com a água de coco para se hidratar, mas atente à quantidade. Por ser calórica, a bebida não pode ser consumida livremente. Um copo pequeno (200 mL) apresenta 40 calorias. Consuma somente um coco por dia e beba muita água mineral.

28) Evite bebidas gaseificadas, mesmo as que não contêm calorias, como água e refrigerantes light.

29) Durante a refeição, beba somente um copo pequeno (200 mL) de líquidos. Assim a digestão não ficará prejudicada.

30) Um grama de álcool tem 9 calorias. Já um grama de carboidratos ou proteínas contém apenas 4 calorias: ou seja, aquele copinho de cerveja engorda bem mais do que um pedaço de pão. Portanto, evite as bebidas alcoólicas se o objetivo é emagrecer.

31) Se for a um barzinho, evite os petiscos fritos, amendoins e castanhas de caju.

32) Não vá ao supermercado com fome. Isso somente fará com que não resista quando passar pela gôndola de doces e salgadinhos.

33) Beba muita água, pelo menos, 2 litros por dia.

34) Cuidado com o café. Beba, no máximo, 4 xícaras por dia.

35) Inicie a refeição com um prato grande de saladas (folhas e legumes cozidos).

36) Se exagerar em algum dia, não desista. Recomece novamente no dia seguinte.

37) Dê preferência a alimentos ricos em água e de baixo valor calórico, como frutas, legumes e verduras. Você poderá consumir um volume maior desses alimentos, comparando com aqueles ricos em calorias.

38) Evite fazer a última refeição do dia perto da hora de se deitar. Para não prejudicar a digestão dos alimentos e o sono, faça o jantar, pelo menos, uma hora e meia antes de ir para a cama.

39) Boa notícia para quem é fã de lanchonetes: as grandes redes de sanduíches já possuem opções saudáveis. Entre elas, destacam-se salada, água de coco e frutas.

40) Não encare a dieta como punição. Afinal, a reestruturação alimentar garante um corpo mais bonito e saudável. A dieta nada mais é que um presente que você dá a si mesmo. Mantenha as atitudes positivas ao longo do emagrecimento.

Fonte: www.minhavida.com.br

 

10. agosto 2015 por admin
Categorias: alimentação, emagrecer | Tags: , , , | Deixe um comentário

Colágeno ajuda a pele a ficar mais resistente e elástica

Ele também mantém as unhas, ossos, dentes e cabelos saudáveis

Aproximadamente um terço da proteína de nosso corpo é colágeno. Ele tem uma função estrutural, protege outros tecidos menos resistentes e permite a sua conexão com o esqueleto ósseo. Colágeno é uma proteína composta por 3.000 aminoácidos dispostos em três correntes moleculares entrelaçadas, formando uma espécie de hélice tripla flexível e robusta. O colágeno tem inúmeros atributos: deixa a pele resistente e elástica, reforça tendões e ligamentos que unem os músculos aos ossos, sustenta os órgãos internos. Ossos e dentes são feitos pela adição de minerais à matriz de colágeno, e 75% da pele é colágeno.

Tipos de Colágeno

Mais de 20 tipos de colágeno são encontrados no corpo, de acordo com um artigo publicado na revista científica Advanced Drug Delivery Reviews. A estrutura e a função do colágeno são determinadas pela sequência dos aminoácidos. Em alguns tecidos, como órgãos, o colágeno pode ter a forma de um gel. Em outros, como os tendões, o colágeno vem como fibras apertadas para fornecer a resistência.

Fonte de Colágeno

Colágeno é um produto de origem animal, e é basicamente extraído da pele, cartilagens e tendões de aves, suínos e bovinos. Há um processo de agregação de água ao colágeno animal, chamado de hidrólise, obtendo-se assim o colágeno hidrolisado, um pó branco.

Colágeno para a elasticidade da pele

Colágeno para a elasticidade da pele

Colágeno comestível 

O colágeno hidrolisado é composto por 90% de proteína, 2% de sais minerais, e 8% de água. O colágeno é classificado como uma proteína comestível e seus principais aminoácidos são prolina e lisina, responsáveis pela síntese de colágeno endógeno com a ajuda de alguns cofatores, citados abaixo. Ele é isento de gordura, colesterol e carboidratos. É uma proteína de fácil digestão e assimilação devido ao processo de hidrólise, e tem inúmeras indicações tanto na área de saúde como nos cuidados com a beleza da pele, cabelos e unhas.

O corpo produz colágeno

Existem nutrientes que ajudam o corpo a sintetizar e a preservar o colágeno por diversos caminhos metabólicos, agindo como cofatores. Para isso é preciso consumir alimentos ricos em lisina, ômega-3, vitamina A, enxofre, licopeno e vitamina C. A lisina está presente em laticínios, carnes, aves, peixes e frutos do mar, ovos, lentilha, tofu, quinoa e semente de abóbora. Pescados fornecem o ômega-3, que reduz a degradação de colágeno, e neste grupo também entram chia, linhaça, nozes, castanhas e abacate. Fontes de enxofre incluem alho, cebola, azeitonas, couve-de-bruxelas, ovos, pepino e aipo. A vitamina A trabalha em conjunto com o enxofre para produzir novas fibras de colágeno e elastina, e está presente em frutas e vegetais de cor verde, vermelha, laranja e amarela, como cenoura, batata doce, melão, manga, etc. O licopeno inibe a colagenase, uma enzima que destrói o colágeno, e se concentra no tomate, melancia, goiaba, acerola, pimentão vermelho e beterraba. Para finalizar, não pode faltar vitamina C, que se junta à lisina e prolina para formar os blocos de colágeno no corpo, abundante em frutas cítricas, vegetais folhosos de cor verde escura, pimenta vermelha, pimentão, goiaba, acerola, açaí, kiwi.

Vegetarianos, Lisina e Colágeno

Como o colágeno está presente em produtos de origem animal, os vegetarianos precisam ser bem cuidadosos na hora de montar o prato para não ter deficiência desta proteína essencial à saúde. Os precursores de colágeno citados acima não podem faltar, e a maior dificuldade reside na obtenção de lisina, pois a prolina é sintetizada pelo corpo a partir de outros aminoácidos. Os ovolactovegetarianos não têm problema para obter lisina, pois ovos e laticínios são excelentes fontes do aminoácido. Para os veganos as opções são o seitan (bife de glúten de trigo), proteína de soja (leite, tofu e carne de soja), ervilha, lentilha, feijões, levedo de cerveja, oleaginosas, manteiga de amendoim. Neste caso é importante consultar um especialista para saber a quantidade indicada de cada alimento para obter níveis adequados de lisina.

Suplemento Alimentar

Por ser uma proteína de fácil digestão e assimilação, o colágeno é um suplemento alimentar com inúmeras indicações na área de saúde. Com o passar dos anos ocorre uma redução gradual de colágeno nos tecidos corporais, e ele também sofre em qualidade, tornando-se menos elástico e hidratado. O colágeno suplementar é usado para prevenir a degradação do colágeno corporal, ajudando assim a manter pele, tendões, ossos e ligamentos mais saudáveis.

Benefícios do colágeno

Ele atua no fortalecimento de unhas frágeis e promove maior resistência, espessura, crescimento e brilho aos cabelos. A pele adquire mais tônus, hidratação, e pode haver uma redução da flacidez cutânea. O colágeno hidrolisado desempenha um papel importante na prevenção e no tratamento de dores articulares, artrose e osteoporose, e tem sido utilizado para minimizar a ocorrência de lesões na terceira idade, pois mantém o tecido articular mais hidratado e elástico. Ele também é utilizado para prevenir lesões em atletas. Diversos estudos realizados na Europa e Estados Unidos atestam estes benefícios.

Como consumir

A dose recomendada é de dez a vinte gramas diárias (1 a 2 colheres de sopa) de colágeno hidrolisado diluído em meio copo de suco, leite ou iogurte. Prefira o colágeno em pó puro, sem a adição de corante e adoçante. Uma forma muito prática é a apresentação em balas tipo goma, contendo colágeno associado ao óleo de coco, assim se obtém um benefício duplo. Os primeiros efeitos se fazem notar após dois a três meses de consumo diário. O colágeno hidrolisado é um alimento e não há nenhuma restrição ou contraindicação, nem limite de tempo para o seu uso.

Fonte: www.minhavida.com.br

05. agosto 2015 por admin
Categorias: cuidados com a pele, vitaminas | Tags: , , , , | Deixe um comentário

Grão-de-bico afasta depressão e ajuda na manutenção do peso

Alimento também é benefício para pessoas com diabetes, além de prevenir e tratar doenças do coração

O grão-de-bico sempre esteve presente, principalmente, na culinária árabe, utilizado no preparo de diferentes pratos, frios e quentes, como saladas, sopas, pastas e patês ou, até mesmo, em doces, devido a sua versatilidade. Parte da família das leguminosas, ele vem conquistando espaço nos cardápios brasileiros, mas ainda perde para o feijão, que é o mais presente nas refeições. O grão-de-bico não é um dos alimentos mais baratos, mas seus benefícios compensam o investimento. Mais do que importantes qualidades culinárias, ele é nutritivo, rico em proteínas, sais minerais e vitaminas do complexo B, além de ajudar no emagrecimento e também a espantar a depressão. 

Um estudo publicado no Journal of the American College of Nutrition mostrou que uma dieta feita com grão-de-bico é capaz de reduzir o colesterol total e o colesterol ruim (LDL). Os pesquisadores acreditam que o resultado esteja associado à presença dos ômegas-3 e 6, que estão relacionados à diminuição do índice de gorduras no sangue e à prevenção de doenças cardiovasculares, como infartos e AVC. As fibras presentes nessa leguminosa são geralmente solúveis em água. Por isso, ele também colabora para o bom funcionamento do coração, pois diminui a absorção de açúcar, gordura e colesterol.

Grão de bico afasta depressão

Grão de bico afasta depressão

Rico em fibras, o grão-de-bico ajuda a regular o intestino e promove uma sensação de saciedade, já que auxilia no controle da fome e traz mais benefícios para a manutenção do peso. Por isso também pode ser consumido todos os dias. Uma opção é combiná-lo com cereais integrais, como o arroz, pois fornece proteínas de extraordinária qualidade, praticamente livres de água e gorduras elevadas. As grávidas também podem aproveitar muito um dos benefícios oferecidos, pois ele é rico em ácido fólico que previne problemas no feto. Já para as pessoas com diabetes, os carboidratos presentes são digeridos e absorvidos lentamente, o que aumenta a glicose aos poucos e reduz o nível de açúcar no sangue.

O grão-de-bico também ajuda no humor. Ele afasta a depressão, pois aumenta a produção de serotonina, graças à alta taxa de triptofano, mesma substância que faz do chocolate uma ótima fonte de bem-estar.

Outro benefício a ser destacado é a presença dos hormônios vegetais usados na reposição hormonal. Essas substâncias são eficazes na prevenção da osteoporose e no combate a doenças do coração e câncer de cólon. Além disso, o grão-de-bico pode aumentar a energia de uma pessoa, uma vez que é rico em ferro, um elemento integrante da hemoglobina, que transporta o oxigênio dos pulmões para todas as células do corpo e também faz parte dos principais sistemas enzimáticos para a produção de energia e do metabolismo.

Fonte: www.minhavida.com.br

03. agosto 2015 por admin
Categorias: alimentação, depressão | Tags: , , , , | Deixe um comentário

Os melhores exercícios para fortalecer a lombar

Essas atividades previnem dores na região, veja quais são e os cuidados ao fazê-las

Fortalecer a lombar é de fundamental importância para manter mais estabilidade na região do core que é composta principalmente pelos músculos abdominais, oblíquos e lombares. Nos dias atuais inúmeras pesquisas mostram que a lombalgia (dor lombar) afetam pelo menos 70% da população adulta, dizem que ou você tem, ou está tendo ou terá essa dor lombar.

A causas da lombalgia podem ser desde problemas musculares (como enfraquecimento muscular, inflamação e encurtamento), problemas estruturais na própria coluna, sendo que os mais comuns são abalaumento discal, hérnia de disco e bico de papagaio.

Independente de qual seja o problema, a lombar precisa ser fortalecida. Infelizmente, ela é muito esquecidas nas academias, que acabam enfatizando outros grupos musculares por fins estáticos. Raramente se vê algum exercício para lombar, a menos que o aluno relate que já tenha algum problema. Portanto, muitos pensam que primeiro eu tenho que ter o problema para depois tratar e, claro, que não é bem por ai.

Os poucos profissionais que se propõem a trabalhar a lombar não sabem exatamente como prescrever os exercícios mais corretos que ativam bem essa musculatura e não piorem desvios posturais que o aluno já possa ter. Também é essencial que a atividade não exponha o aluno a um risco ainda maior.

Os exercícios para a lombar com melhor custo benefício são: flexão lombar sentado, gato do yoga, rotação isométrica. Além desses são necessários exercícios de alongamentos e de mobilidade articular.

O principal cuidado ao fazer o exercício para a lombar é saber qual é exercício correto para cada momento. Durante picos inflamatórios dê preferências para exercícios isométricos, e a medida que for melhorando, opte por exercícios dinâmicos. Apenas quando tiver sem dor e com a lombar bem forte pode se aventurar a exercícios mais complexos e de mais risco como o stif que recruta bem o músculo lombar, mas em contra partida tem um risco bem maior.

Além disso, é preciso contar com um profissional bem capacitado. Isto porque é comum ver exercícios que são prescritos para lombar, mas que na verdade não são muito eficientes e ainda por cima aumentam o risco de dor.

dor-lombar 1

A seguir, aprenda quatro exercícios benéficos para a lombar:

Obliquo em pé com halter: Para realizar esse exercício o praticante deve se manter em pé com as pernas afastadas e segurando um halter deve fazer uma flexão de tronco lateral retornando depois ao ponto inicial. Realize 2 series de 15 repetições.

Flexão lombar deitado: Fique deitado de barriga para baixo com os braços e pernas bem estendidos e realize o movimento de flexão lombar movendo o tronco e as pernas para cima. Realize 3 séries de 10 repetições.

Exercício em 4 apoios: Fique na posição de 4 apoios conforme a foto e lentamente vá realizando um movimento simultâneo tirando uma perna e o braço oposto do chão até que eles fiquem na mesma linha do tronco. Segure essa posição por 15 segundos e repita 3 vezes de cada lado.

Flexão lombar sentado: Fique sentado em algum banco ou cadeira, coloque as duas mãos na nuca e lentamente vá realizando uma um movimento levando esse tronco no sentido do chão e depois suba lentamente também.

Fonte: www.minhavida.com.br

31. julho 2015 por admin
Categorias: Sem categoria | Deixe um comentário

← Posts mais antigos