Alimentação infantil: mitos e verdades

Reunimos algumas das dúvidas mais freqüentes sobre nutrição das crianças e, para acabar de vez com elas, pedimos ajuda a alguns dos melhores especialistas no assunto

 

Jantar muito tarde provoca sono agitado nas crianças?

A chance de isso acontecer é grande, principalmente se a refeição for rica em gordura, que leva mais tempo para ser digerida, e a criança for para a cama logo depois de comer. Durante o sono, o organismo funciona mais lentamente e isso inclui a digestão. O estômago, então, fica mais pesado e chega a incomodar. “Já uma refeição com baixo teor de gordura leva pelo menos duas horas para ser digerida”, afirma Ary Lopes Cardoso, do Instituto da Criança do Hospital das Clínicas, em São Paulo. “Após esse período a criança pode se deitar tranquilamente”, completa o médico.

 

É melhor o bebê comer frutas com ou sem casca?

“O mais indicado é consumi-las com casca, quando possível, porque ela é uma ótima fonte de fibras”, garante Fábio Ancona Lopes, especialista em alimentação infantil da Unifesp. Mas enfatiza: as frutas devem ser muito bem lavadas em água corrente e com a ajuda de uma escovinha, para que fiquem livres de resíduos de agrotóxicos, substâncias extremamente prejudiciais.

 

É verdade que alimentos crus e duros ajudam a desenvolver a musculatura infantil?

“Sim, eles estimulam a mastigação, fortalecendo os músculos da boca e facilitando a fala”, diz Renata Cocco, pediatra da Unifesp. Quando introduzir a sopa na dieta do bebê, em vez de bater os ingredientes no liquidificador, experimente passá-los na peneira. Depois que seu filho estiver mais crescido, amasse os alimentos com um garfo para que possam ser mastigados. E, assim que alguns dentes tiverem nascido, ofereça alimentos crus, como a cenoura e a maçã, em pequenos pedaços — esta última dica, aliás, vale para a alimentação do resto da infância e da adolescência.

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O leite de soja pode substituir o de vaca?

“Sim, se o problema for intolerância à lactose”, explica Renata Cocco. “Se não, o de vaca é melhor, porque tem mais cálcio.” É bom saber, ainda, que um grupo de proteínas do leite de vaca, as caseínas, pode provocar reações como urticária. Por isso, em caso de dúvida, consulte o pediatra. Só ele pode recomendar o tipo de leite mais adequado para a alimentação do seu filho.

 

Alimentos com corantes causam alergia?

A resposta é não para a grande maioria dos baixinhos. Além dos corantes, os espessantes e os conservantes, encontrados nos produtos industrializados, também são mal-afamados. “Mas testes comprovam que apenas 5% dessas substâncias estão relacionadas a crises alérgicas”, revela a pediatra Renata Cocco. “Já os alérgicos ao ácido acetilsalicílico, componente da aspirina, precisam tomar cuidado, porque tendem a apresentar reações a aditivos alimentares.”

 

Leite fermentado ajuda a combater a diarréia?

“Sim, os lactobacilos presentes no leite fermentado competem com as bactérias nocivas no organismo, modificando e colonizando a flora intestinal com germes benéficos”, informa o nutrólogo Mauro Fisberg, de São Paulo. Assim, a inclusão desse tipo de bebida na alimentação infantil pode abreviar a duração da diarréia. Se o problema persistir, procure o pediatra.

 

Quantas vezes por semana doces e refrigerantes podem entrar no cardápio do meu filho?

Depende. “Se a criança estiver acima do peso, ofereça duas porções de desses itens por semana”, recomenda a nutricionista Priscila Maximino, da Nutrociência, em São Paulo. Mas, se ela não vive em pé de guerra com a balança, três porções semanais estão de bom tamanho. “Esses alimentos devem ser oferecidos com muito mais parcimônia em caso de colesterol ou triglicérides altos ou mesmo hipertensão”, completa.

 

Refrigerante diet e guloseimas adoçadas artificialmente devem ser evitados pelas crianças?

“Não há nenhum componente nesses produtos que seja comprovadamente nocivo à saúde”, afirma a pediatra Renata Cocco. Nenhum estudo concluiu, por exemplo, que aspartame faça mal ao organismo dos pequenos. “Mas, por serem artificiais, recomendamos que esses alimentos sejam consumidos só quando realmente há necessidade”, explica a pediatra.

 

Posso colocar todos os dias um bolinho desses comprados prontos na lancheira do meu bebê?

Se for sem recheio nem cobertura, vá em frente. “Eles são ótimas fontes de carboidratos”, afirma a nutricionista Priscila Maximino, da Nutrociência, em São Paulo. Mas, se pertencer à categoria dos recheados, a coisa muda de figura. Para obter a consistência cremosa, os recheios são produzidos com gordura hidrogenada, verdadeiro veneno. Em altas quantidades, leva à obesidade e ao aumento do colesterol (sim, criança também pode acumular essa substância nas artérias). Para variar, experimente substituir os bolos por bolachas salgadas ou um sanduíche.

 

Os macarrões instantâneos são liberados para as crianças?

“A massa em si não faz mal nenhum, pois é uma excelente fonte de carboidratos”, afirma a pediatra Roseli Sarni, da Unifesp. O problema está no condimento que dá sabor e faz com que o prato seja um dos preferidos da garotada. “Além de ser um tempero artificial, ele contém grande quantidade de sódio, que leva ao aumento da pressão e à retenção de água.” Em outras palavras, poder pode, mas só de vez em quando.

 

Crianças de qualquer idade podem comer frutos do mar?

“De jeito nenhum. Por uma questão de segurança, espere que complete 2 anos”, orienta Priscila Maximino. Os principais riscos são a intoxicação alimentar e as alergias. É bem verdade que cozinhar ou assar esse tipo de alimento diminui o perigo, mas, como seguro morreu de velho, é melhor esperar um pouco para incluir os itens na alimentação infantil.

 

Café faz mal para os baixinhos?

A bebida não é das mais indicadas, porque a cafeína pode deixar a criança agitada. “Porém, uma xícara pequena de café puro por dia não faz mal a ninguém”, afirma o pediatra Ary Lopes, para alívio das mães que não abrem mão do pretinho misturado com o leite. Se você já ouviu dizer que ele prejudica a absorção de cálcio, saiba que não há razão para se preocupar. “A quantidade de cafeína presente em um copo de café com leite é tão pequena que não interfere na retenção do mineral pelo organismo”, esclarece o nutrólogo e pediatra Mauro Fisberg, da Universidade São Marcos, em São Paulo

 

Meu filho adora peixe cru. Tudo bem?

Acima de 2 anos, tudo bem. “Para não arriscar, só vá a restaurantes impecáveis no que se refere à higiene”, recomenda Ary Lopes. Caso a preferência recaia sobre o salmão — que andou na berlinda como agente da difilobotríase (doença que provoca dor abdominal, náuseas e vômitos) —, cheque se foi previamente congelado a 21 graus e se o estabelecimento tem o certificado sanitário, que garante a procedência e a qualidade do pescado.

 

Gemada é capaz de dar pique?

Ela foi a queridinha das mães zelosas até alguns anos atrás. Não é mais, até porque nem mesmo os especialistas a recomendam. “O ovo cru pode estar contaminado com salmonela”, adverte a nutricionista infantil Suzy Graff, de São Paulo. “A bactéria pode provocar diarréia, vômito ou até levar à morte.” Infelizmente, ovos de diversas marcas podem estar contaminados por causa de higiene e refrigeração deficientes. Como é quase impossível saber quais têm condições de consumo, o mais seguro é fritá-los ou, melhor ainda, cozinhá-los.

 

Suco de beterraba acaba com anemia?

Não. Uma xícara de beterraba ralada possui, pasme, apenas 0,8 miligrama de ferro. “A criança anêmica tem que consumir todo santo dia 5 miligramas do mineral para cada quilo de peso, durante três meses”, explica o pediatra Ary Lopes Cardoso. Já um bife pequeno de fígado tem, em média, 8,5 miligramas desse nutriente.

 

A carne vermelha é essencial para a criança crescer saudável?

“Sim, ela é uma importante fonte de proteínas, gordura, ferro e zinco”, confirma a médica Roseli Sarni. Contra anemia, ela é imbatível. Está lotada do chamado ferro-heme, ou ferro orgânico, que é muito mais bem aproveitado pelo corpo do que o mineral presente nos vegetais. Segundo a especialista, a anemia afeta mais de 40% das crianças em idade pré-escolar no Brasil. Por isso a carne vermelha deve ser consumida ao menos três vezes por semana, de preferência acompanhado de uma fonte de vitamina C, como a laranja, para aumentar a absorção do ferro. O frango e o peixe são bons substitutos, mas, fique sabendo, não contêm a mesma concentração do tal ferro-heme.

 

O que a mãe deve observar no rótulo – o índice de gordura ou o de sódio?

Os dois. Não há uma dosagem máxima recomendada por produto — e, se houvesse, ela seria diferente conforme a idade. Mesmo assim é bom ficar de olho nesses ingredientes. A gordura, lembre-se sempre, não pode fornecer mais do que 30% das calorias diárias consumidas pela criança. Não precisa ficar fazendo conta a toda hora: basta usar o bom senso e, se oferecer algo com teor de gordura nas alturas ao seu filho, cuidar para que o restante do cardápio daquele dia seja mais leve. Para o sódio, vale o mesmo raciocínio, lembrando que até 12% da meninada entre 6 e 18 anos é hipertensa e aí o excesso de sal, já sabe… Vale conversar com o pediatra sobre o assunto, afastar essa hipótese e pedir uma orientação sobre o consumo diário de sal adequado para o seu filho.

 

Vale a pena incluir aqueles pós multivitaminados na alimentação dos meus filhos?

“Esses pós devem ser ingeridos como complementos da alimentação só se a criança apresentar déficit de nutrientes ou estiver abaixo do peso.”, diz Mauro Fisberg. Eles são indicados principalmente quando é necessário aumentar o aporte de calorias, vitaminas ou sais minerais no organismo. O ideal é que esse tipo de suplemento seja utilizado sob a orientação de um nutricionista, já que é muito calórico.

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02. setembro 2014 por admin
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A importância da vitamina A para a saúde

Entre os inúmeros benefícios da vitamina A um dos principais é sua atuação como antioxidante. Pesquisas recentes comprovaram que a vitamina A atua no combate aos radicais livres, que estão associados a algumas doenças e aceleram o envelhecimento.

A vitamina A é de extrema importância para o bom funcionamento dos olhos. A parte transparente dos olhos, denominada córnea, é protegida pela vitamina A. A deficiência dessa vitamina pode causar prejuízos a visão, tais como dificuldades de enxergar com pouca iluminação e alterações oculares que podem causar até mesmo cegueira total.

Outra função dessa importante vitamina é a manutenção do bom funcionamento do sistema imunológico. A vitamina A participa da defesa do organismo possibilitando uma recuperação mais rápida. Ela ajuda manter úmidas e saudáveis as mucosas (tipo de pele que recobre internamente alguns órgãos, como o estômago, a garganta, a boca, o nariz e os olhos). As mucosas são responsáveis pela proteção contra as infecções, tais como diarréia e infecções respiratórias.

O ser humano não fabrica vitamina A, ou seja, toda vitamina que se necessita deve ser obtida através do consumo de alimentos. Entretanto, o corpo tem a capacidade de armazenar a vitamina A ingerida, dessa forma são criadas reservas para quando necessitarmos.

Os principais alimentos que a vitamina A pode ser encontrada são os produtos animais, como carnes, fígado, óleos de peixe, gema, leite integral, entre outros. O leite materno também é uma importante fonte de vitamina A.

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Já a provitamina A, que é uma das formas de se obter indiretamente a vitamina A, pode ser encontrada em vegetais como espinafre, abóbora e cenoura, em frutas como mangas, pêssego e mamão, além de óleos como de buriti, pupunha, dendê e pequi.

A deficiência da vitamina A (chamada de hipovitaminose A) é responsável por problemas de saúde, como prejuízo no crescimento das crianças, dificuldade de enxergar no escuro (cegueira noturna), aumento de infecções respiratórias e diarreia.

Contudo, recomenda-se cautela no uso de vitamina A, megadoses dessa vitamina pode também pode ser prejudicial ao organismo.

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28. agosto 2014 por admin
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Maneiras de vencer o cansaço

 

1. Desligue as luzes e os gadgets

“Apesar de ser a nossa principal arma de combate à fadiga, não estamos levando o ato de dormir tão a sério como deveríamos”, alerta a biomédica Monica Andersen, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Segundo um estudo da instituição, 70% das pessoas que moram em grandes cidades se queixam de sono ruim. Uma das principais explicações é que a vida de hoje tem muitos elementos excitantes, capazes de atrapalhar nosso descanso, como televisão, computador, celular e tablet. Em prol da qualidade do sono, o ideal é apagar tudo, inclusive as luzes do quarto. “Só quando estamos no escuro, o cérebro dá a ordem para a produção da melatonina, hormônio que induz ao estado de sono”, diz a expert. Além disso, ficar digitando respostas a cada mensagem que chega e assistir a filmes na cama são hábitos que estimulam o cérebro, impedindo que a pessoa realmente relaxe e durma bem.

2. Vá para a academia

A primeira coisa de que abrimos mão quando estamos cansadas é a academia. Mas pular o exercício só piora as coisas, como afirma um estudo da Universidade da Geórgia, nos Estados Unidos. Segundo os pesquisadores, apenas 20 minutos de atividades moderadas – que pode ser nadar, correr e até fazer sexo – fornecem uma superdose de energia que dura o resto do dia. A prática também melhora o desânimo emocional. “Hormônios do prazer são liberados, relaxando a mente”, diz o endocrinologista Daniel Leraria, do Hospital Albert Einstein, em São Paulo. “Já a fadiga muscular que resulta do exercício é rapidamente superada com alimentação correta”.

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3. Garanta uma dose de bom humor

Pesquisas já comprovaram cientificamente e você deve ter sentido na própria pele: dar risada traz benefícios imediatos. Enquanto você gargalha, o corpo relaxa e sente prazer; a imunidade se fortalece e o cansaço, em especial o mental, é drasticamente reduzido. Tudo isso acontece porque, no momento da diversão, o cérebro libera anticorpos e hormônios do bem, como endorfina e serotonina. Apesar de sabermos disso, em meio ao estresse e à correria do dia a dia, negligenciamos a diversão e o lazer. Mude esse hábito e garanta na agenda momentos para tirar o foco do trabalho e dos desgastes da rotina. Vá para casa comer uma pizza em família, conversar e rir. Chame os amigos para um barzinho ou frequente a happy hour semanal organizada pelos colegas do escritório. Convide o parceiro para um programa diferente a dois. Que tal um show de stand up? Se hoje falta companhia, alugue uma comédia e dê risada sozinha.

4. Evite alimentos gordurosos

Sabe aquela sensação de moleza que dá depois de comer uma feijoada? Ela pode ajudar a explicar como uma dieta gordurosa deixa você mais cansada, como concluiu um estudo da Universidade de Penn State, nos Estados Unidos. “Para processar a gordura, o corpo altera a circulação sanguínea e concentra forças no intestino, onde ocorre a digestão”, diz o nutrólogo Antonio Elias, diretor da Associação Brasileira de Nutrologia. Enquanto isso, os músculos e o cérebro têm a irrigação diminuída, aumentando a sensação de moleza e sonolência. “Para quem anda cansado, recomendo dar preferência a alimentos com fibras, que têm digestão lenta e evitam picos altos ou baixos de energia”, explica. O especialista sugere, por exemplo, trocar sobremesas gordurosas, como as que levam chantilly, por frutas com bagaço. “Laranja e manga vão dar ânimo na medida certa”.

5. Experimente terapias alternativas

Com respaldo de pesquisas, cada vez mais algumas terapias não-convencionais são apontadas como bons recursos para combater diferentes males. Uma descoberta recente dá conta de que a ioga possui o poder de derrubar as barreiras impostas pelo cansaço mental, aumentando a rapidez do raciocínio e a retenção de informações. Pesquisadores da Universidade de Illinois, nos Estados Unidos, observaram as reações em jovens mulheres que faziam 20 minutos de ioga e depois exercícios de meditação e de respiração. Por comparação, comprovou-se que a ioga é tão eficaz – ou mais – para dar disposição e rapidez mental quanto outras atividades físicas. Ao ser analisada, a acupuntura também mostrou-se benéfica. Segundo um estudo britânico, a técnica, além de ter efeito relaxante, diminui a sonolência durante o dia e a fadiga.

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26. agosto 2014 por admin
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Saiba como controlar a ansiedade

Saiba aqui 7 dicas para controlar a ansiedade e o nervosismo, um transtorno psicológico que aumenta a pressão e, consequentemente, o risco de infarto, e proteja-se deste mal

  • Mude sua atitude em relação ao problema. Tente informar-se sobre o que está causando a ansiedade.
  • Respeite suas limitações e, quando for preciso, peça ajuda.
  • Respire fundo e calmamente. Feche os olhos, imagine-se numa praia e imagine um mar com ondas cada vez mais lentas.
  • Mantenha pensamentos positivos e evite situações que remetam a pensamentos negativos ou autodestrutivos.
  • Valorize e viva o presente. Se a ansiedade é causada pelo passado, nada poderá ser feito para mudá-lo e, se for relacionada ao futuro, poderá te impedir de viver o presente.
  • Identifique o que causa ansiedade ou tristeza e mantenha-os longe.
  • Dedique-se a alguma atividade no tempo presente e mantenha sua mente focada neste objetivo, evite distrações e, principalmente, as situações que podem causar ansiedade.

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A prática regular de atividade física de baixo impacto como caminhar, andar de bicicleta ou nadar são ótimas armas para lidar com a ansiedade. Por isso, recomenda-se que a pessoa ansiosa faça exercícios todos os dias e, durante os exercícios, tenha pensamento relacionados à própria atividade física ou outros pensamentos positivos.

25. agosto 2014 por admin
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Endometriose: Entenda melhor este problema

A endometriose acomete em cerca de 10% das mulheres em idade reprodutiva, 60% destas apresentam cólicas menstruais e 30% apresentam diminuição da fertilidade, com pico de incidência de 30 a 40 anos.A prevalência de endometriose entre mulheres assintomáticas é entre 2-22%, enquanto em mulheres com infertilidade, a incidência de endometriose é de 35 a 50%.

O endométrio é uma mucosa que reveste a parede interna do útero, sensível às alterações do ciclo menstrual, e onde o óvulo depois de fertilizado se implanta. Se não houve fecundação, boa parte do endométrio é eliminada durante a menstruação. O restante volta a crescer e o processo todo se repete a cada ciclo.

endometriose

Endometriose é uma doença ginecológica de caráter inflamatório e benigno provocada por células do endométrio que, em vez de serem expelidas, migram no sentido oposto e caem nos ovários ou na cavidade abdominal, onde voltam a multiplicar-se e a sangrar. A doença pode causar dor pélvica, cólicas menstruais, dores durante o ato sexual e infertilidade. Pode ser controlada, mas não completamente curada, uma vez que novas células endometriais são incorporadas na cavidade pélvica a cada ciclo menstrual, predispondo a recorrência da doença e seu caráter crônico.

As causas ainda não estão bem estabelecidas. Uma das hipóteses é que parte do sangue reflua através da tuba uterina durante a menstruação e se deposite em outros órgãos. Outra hipótese é que a causa seja genética e esteja relacionada com possíveis deficiências do sistema imunológico.

O tratamento é indicado caso a caso podendo ser medicamentoso (hormonal), cirúrgico e ou/ paliativo dependendo do grau da doença. Sabe-se também que o estilo de vida da mulher moderna como stress, falta de atividade física e má alimentação contribui para o desenvolvimento da endometriose. Desta forma, a alimentação tem um papel importantíssimo no aumento e manutenção da imunidade como também no favorecimento de um peso adequado, já que o aumento de tecido adiposo produz excesso de hormônios femininos que agravam a doença. A mulher que tem endometriose pode se beneficiar com uma dieta balanceada, com alimentos que comprovadamente têm ação nos principais sintomas da doença como dor, inflamação, irritabilidade, fadiga, insônia, edema, alergias e infertilidade. As vitaminas encontrados nos alimentos como por exemplo a vitamina A (cenouras, mamão, abobora), vitamina E (salmão, sardinha, atum e linhaça), vitamina C (frutas cítricas, couve, brócolis, pimentão), vitamina B ( oveis, leite, peixe, queijos) entre outras ,melhoram a cicatrização dos ferimentos causados por hemorragias internas do endométrio, podem ajudar na recuperação da fertilidade e no alívio do processo inflamatório além de reduzir muito o sofrimento de quem convive com dor crônica, pois tais nutrientes melhoram substancialmente a resistência à dor. A suplementação de vitaminas e minerais deve ser feita quando necessário.

O nosso corpo fala através dos sintomas que sentimos, procure sempre o seu médico ginecologista e nutricionista e mantenha seus exames de rotina atualizados.

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22. agosto 2014 por admin
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10 hábitos que ajudam a ter uma vida mais saudável

Comer melhor. O cuidado com o que vai no seu prato é um dos pontos centrais para alcançar uma maior qualidade de vida. O abuso de alimentos ricos em gorduras saturadas, sódio e açúcares é um gatilho para doenças como infarto, derrames, hipertensão, obesidade, diabetes e até câncer. Em contrapartida, é fácil incluir no cardápio alimentos heróis da resistência e da longevidade. Cientistas da Universidade Park, nos Estados Unidos, concluíram que consumir mais oleaginosas (nozes, castanhas, avelãs, amêndoas e pistache) reduz o risco de males cardíacos entre 25% e 39%, quando consumidos cinco vezes por semana. Elas são ricas em gorduras boas, em especial o ômega 3, que diminuem as taxas de colesterol ruim e evitam a formação de placas de gordura que obstruem as artérias. O Centro de Pesquisas Médicas de Cardiff, no País de Gales, comprovou que vítimas de ataques cardíacos aumentaram as chances de evitar novos problemas em 29%, quando passaram a comer peixe pelo menos duas vezes por semana, graças a presença do ômega 3.

 

Durma bem. Repor as energias do dia com uma boa noite de sono é mais do que importante, é essencial! Um estudo da American Academy of Sleep comprovou que dormir bem é um dos segredos para a longevidade. Dos 2.800 participantes da pesquisa, os 46% que relataram insatisfação com a saúde tinham também má qualidade de sono. Uma outra pesquisa da Associated Professional Sleep Societies afirma que quem sofre de insônia crônica corre três vezes mais risco de morrer em comparação à pessoas que não sofrem com o problema. Para os pesquisadores, o ideal são pelo menos 7 horas e meia de sono por dia.

 

Mexa-se. Os benefícios da atividade física para a saúde do organismo somam uma lista extensa. Dizer não ao sedentarismo significa afastar de perto doenças como a obesidade, hipertensão, doenças cardiovasculares, diabetes, hipertensão, além de dar mais disposição e energia. Para colher todos esses benefícios, basta andar. Uma pesquisa da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP), da USP, comprovou que a caminhada reduz a pressão arterial na primeira hora e, o que é melhor ainda, essa queda se mantém nas 24 horas subsequentes. O cérebro também fica mais afiado. Um estudo norte-americano recente, publicado na revista Neuroscience, mostrou que durante os exercícios o corpo produz uma substância que estimula o nascimento de novos neurônios, o que melhora nossas atividades cognitivas, em especial a memória.

 

Levante-se da cadeira. A Sociedade Americana de Câncer descobriu que não é apenas a falta de atividade física que pode encurtar a vida, mas também a grande quantidade de tempo gasto sentado. Tudo porque quando ficamos frequentemente sentados e por muito tempo o nosso metabolismo se altera e influencia em fatores como colesterol alto e repouso da pressão arterial, que são indicadores da obesidade, problemas cardiovasculares e outras doenças crônicas. Por isso, nada de ver a vida passar da cadeira. “Para quem precisa trabalhar sentado, exercícios simples de alongamento vão trazer maior oxigenação e ajudar no reposicionamento do corpo para alcançar o equilíbrio postural”, ensina o fisiologista do esporte Raul Santo de Oliveira.

 

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Dê olho na balança. Uma alimentação equilibrada, rica em nutrientes, e a prática de exercícios físicos regulares vão te ajudar a manter o peso ideal. O sobrepeso e a obesidade, além de elevar os riscos de diabetes, derrame, hipertensão e apneia, estão por trás de 30% dos casos de câncer, de acordo com dados levantados pela União Internacional de Combate ao Câncer (UICC). Por isso, a regulação da dieta é fundamental. Além de melhorar a saúde e a autoestima, a perder peso também favorece a memória, segundo pesquisas feitas pelo Hospital das Clínicas, de São Paulo.

 

Controle os nervos. Apesar de não ser considerado doença, o estresse pode favorecer o aparecimento de doenças psico-fisiológicas e, por isso, precisa ser observado e controlado. “Quanto maior for o nível de estresse, maior será a deteriorização física e psicológica da pessoa”, mostra a psicóloga Sandra Leal Calais, da Unesp. O estresse também é fator de risco para os problemas do coração. Foi o que concluiu uma grande pesquisa feita em Campinas e São Paulo pela Secretaria do Estado da Saúde. Entre as mais de 100 mil pessoas analisadas, 46,8% sofriam algum tipo de estresse e tiveram seus níveis de problemas cardiovasculares aumentados.

 

Sorria para a vida. Nada melhor do que o humor para combater os percalços que aparecem. O bom humor pode manter as pessoas saudáveis e aumentar as chances de uma vida longa, segundo estudo recente da Universidade Norueguesa de Ciência e Tecnologia, que avaliou mais de 53 mil pessoas durante sete anos. Os pesquisadores descobriram, por meio de alguns testes, que os participantes que eram mais bem humorados tinham o risco de morte reduzido em até duas vezes. Para melhorar a sua atitude positiva diante da vida, aposte em uma breve caminhada em áreas verdes, como parques e jardins. A dica vem direto da Universidade de Essex, no Reino Unido, que descobriu que praticar atividades ao ar livre, por mais curtas que sejam (10 minutos bastam!), melhoram significativamente a saúde mental, trazendo benefícios para o humor e para a autoestima.

 

Respire bem. Separar uns minutinhos para prestar atenção na respiração pode ser a receita ideal para combater os desgastes mentais e físicos e, até a insônia, aumentando assim a sensação de bem-estar. Um estudo da universidade de Johns Hopkins, nos Estados Unidos, mostrou que pessoas que apresentam sérias dificuldades para respirar durante o sono têm 50% a mais de chances de morrer antes que alguém da mesma idade que não sofre das mesmas condições.

 

Cultive bons amigos. Que o homem não é uma ilha você já sabe. Conseguimos sentir de longe os benefícios que a convivência com pessoas queridas nos traz. Mas, ter uma boa rede de amigos pode ser mais importante do que você imagina. Uma pesquisa recente da Universidade Brigham Young, nos EUA, descobriu que quem vive rodeado de amigos e vizinhos pode viver até 50% mais do que alguém que vive só. Para os pesquisadores, perder o apoio social pode diminuir ainda mais as chances de sobrevivência do que obesidade, fumo ou sedentarismo.

 

Aprenda a gostar de você. Trabalhe o seu autoconhecimento e sua autoestima para viver melhor. “O conceito que temos sobre nós mesmos é definidor de como nos colocamos e nos portamos na vida, define o valor que vamos dar a nossa pessoa, ao nosso trabalho, as nossas opiniões, as nossas vontades, e aos cuidados para o nosso corpo e nossa saúde. E isso faz toda a diferença. Por isso é essencial ter um bom referencial de si mesmo, saber reconhecer seus valores, suas qualidades, e não ficar só se criticando, se cobrando, focado apenas nas suas limitações e dificuldades”, explica o terapeuta Vicente Godinho.

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20. agosto 2014 por admin
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Como estimular a coordenação motora do bebê

É quase intuitivo o desenvolvimento dos movimentos que realizamos. Desde quando estamos no ventre materno realizamos movimentos como forma de expressão.

Quando ainda bebês, nós executamos movimentos de forma involuntária. Como por exemplo: engatinhar, levar objetos ou brinquedos a boca, querer pegar os pezinhos.

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Esses movimentos são praticados, involuntariamente, por comandos do cérebro (sistema sensorial) interagindo com o sistema muscular e o sistema esquelético para que possamos realizar os movimentos de forma coordenada.

Sendo assim, podemos entender que coordenação motora é a capacidade de realização dos movimentos.

Podemos classificá-la em duas fases: coordenação motora grossa e a coordenação motora fina.

Há diferença entre coordenação motora?

Na coordenação motora grossa a criança desenvolve e controla as suas habilidades mais primárias. A criança busca o equilíbrio dos movimentos do corpo como: gatinhar, andar, correr, pular, subir e descer.

Na coordenação motora fina a criança desenvolve e controla suas habilidades e movimentos mais específicos e delicados. Na coordenação fina exige-se muito mais da criança, pois ela deve aprimorar os seus movimentos tornando possível o manuseio de pequenos objetos. Como por exemplo: pegar em um lápis, começar a desenhar, pintar dentro do desenho, fazer traços pontilhados, recortar, encaixar. A criança aprende a observar detalhes que antes eram despercebidos.

Não pense que fazer tudo isso é fácil e rápido! Todos esses movimentos para serem executados precisam de muito treino e incentivo. A repetição de movimentos e a realização de exercícios ajudam a melhorar o desenvolvimento da coordenação motora.

Os pais devem estimular o desenvolvimento da coordenação motora em seus filhos. Podemos estimular os bebês com objetos que fazem barulho. Com alguns brinquedos que emitem sons, brinquedos com música, brinquedos com movimento e coloridos que chamam a atenção da criança.

 

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18. agosto 2014 por admin
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Receita do dia

Brownie de chocolate saudável

Quem ama doces sabe o quão difícil é abrir mão desses alimentos para alcançar o peso desejado. Mas, apenas substituindo alguns ingredientes típicos dessas receitas, é possível matar a vontade de comer um docinho sem prejudicar a dieta.

O brownie de chocolate light faz algumas trocas inteligentes em relação a receita original, como a substituição do açúcar comum pelo demerara, além do uso da farinha de arroz no lugar da farinha de trigo, tornando a receita muito mais saudável e, ainda assim, deliciosa.

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Ingredientes

•    3 xícaras de bebida vegetal
•    4 colheres de sopa de óleo
•    2 ovos caipiras
•    2 xícaras de farinha de arroz
•    1 ½ xícara de semente de chia
•    1 xícara de açúcar demerara
•    1 colher de sopa de fermento em pó
•    1 ½ xícara de cacau em pó

Modo de preparo

Liquidifique o leite e a farinha de arroz até a massa ficar homogenia. Acrescente o óleo e os ovos. Em outro recipiente, misture a chia, o cacau e o açúcar. Misture a massa do liquidificador aos ingredientes secos do recipiente e bata. Depois, acrescente fermento. Unte uma forma com manteiga e farinha de arroz e leve a massa para assar em forno médio até que ela fique firme.

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15. agosto 2014 por admin
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Desvendando o suco Detox

O suco detox é uma bebida que apresenta componentes que favorecem a limpeza hepática, potencializando a eliminação de toxinas que sobrecarregam o nosso organismo.

Ele recebe este nome, pois o fígado é o órgão mais importante no processo de DESTOXIFICAÇÃO, conhecido também por DETOX. Transforma as toxinas que captamos do meio ambiente (ar poluído, alimentos contaminados com agrotóxicos e com aditivos alimentares, medicamentos, entre outros) em substancias que são eliminadas pela urina, fezes e bile. Promovendo esta limpeza do fígado, ou seja, promovendo a DETOX, facilitamos o processo de emagrecimento e de diurese, além da melhora de outros sintomas citados abaixo.

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A ingestão frequente do suco detox é a melhora nos seguintes sintomas: enxaqueca, concentração, cansaço, sono, humor, digestão, funcionamento intestinal, TPM, peso e medidas corporais.

Os sucos detox para emagrecer podem ser preparados por diversos alimentos, mas resolvemos compartilhar os principais alimentos utilizados nas receitas de suco detox para emagrecer.

  • couve;
  • hortelã;
  • salsinha;
  • gengibre;
  • alecrim;
  • abacaxi;
  • limão;
  • morango;
  • maçã;
  • água de coco;
  • laranja;
  • e muitos outros.

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13. agosto 2014 por admin
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O poder do sorriso

Um sorriso é essencial para a convivência humana, ele é o melhor exemplo de interação entre as pessoas. Dura instantes, mas permanece para sempre em nossa memória.

Além da estima, ele faz muito bem à saúde. Está comprovado que quem sorri estimula o cérebro a liberar endorfina e serotonina – substâncias responsáveis pela sensação de prazer e felicidade. Essas substâncias proporcionam uma sensação de leveza e bem-estar, além de ativarem o sistema imunológico.

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O sorriso combate a depressão e o estresse, diminui a pressão arterial, melhora a digestão, desintoxica o organismo, espanta a dor e até deixa a pele mais bonita. Além disso, se você está sempre sorrindo, as pessoas irão querer sempre ficar perto de você e sua convivência social será muito favorecida.

Portanto, deixe de franzir a testa e comece a sorrir agora mesmo.

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12. agosto 2014 por admin
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