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Tudo o que você precisa saber sobre zinco e imunidade.

Presente em alimentos pouco consumidos, o zinco é importante na prevenção de algumas doenças e é fundamental para o sistema imunologico

Os sais minerais, como Zinco, estão presentes em grande quantidade na natureza (águas, solo, árvores etc.) e estão presente em pequenas quantidades em nosso organismo.

Cada mineral é importante para o bom funcionamento e desenvolvimento do organismo e a falta deles pode causar alguns problemas de saúde.

Esses minerais compõem até 5% do peso corporal em um indivíduo adulto, e por não serem produzidas pelo nosso corpo há a necessidade de se obtê-los através de alimentos.

O Zinco, por sua vez é um mineral essencial que tem diversas funções no organismo. Mas, uma das suas funções mais importantes é garantir o melhor funcionamento do sistema imunológico.

Como o zinco auxilia na imunidade?

Segundo estudos, o zinco atua em diversas funções no organismo como no auxílio a produção de hormônios, proteção de artérias e neurônios, diminuição dos sinais de envelhecimento da pele entre outras.

Apesar do zinco atuar em diversas funções essenciais à saúde, sua importância para a imunidade é muito significativa.

Entre as suas funções para a imunidade, está a maturação de células de defesas como linfócitos.

O linfócito, por sua vez, é responsável, entre muitas funções, por sinalizar a presença de corpos estranhos no organismo.

Dessa forma, o sistema imunológico fica em alerta e se prepara para combater o corpo estranho.

Quando uma infecção ou outras doenças se instalam, o nosso organismo tende a requisitar mais zinco para suprir todos os processos de defesa que acontecem em nosso organismo.

O zinco também contribui para a integridade do tecido epitelial, formando uma barreira que impede a entrada de patógenos.

O que a falta de Zinco pode causar a nossa saúde?

A falta do Zinco no nosso organismo enfraquece a função imunológica e, mesmo em graus leves ou moderados, pode prejudicar as funções de diversas células do nosso sistema imunológico, como macrófagos, neutrófilos e células natural killer (NK).

O desequilíbrio das células do sistema imunológico acaba por afetar a sua capacidade de responder a invasões de vírus, bactérias e outros microrganismos causadores de doenças.

Como consequência, o corpo fica mais suscetível a gripes, resfriados, pneumonia e outras infecções.

Além disso, pessoas com deficiência de zinco, desde crianças até idosos, podem ter diversos problemas de saúde que podem levar a morte, principalmente em idosos, como:

– Diarreia;
– Perda súbita de cabelo;
– Inflamações e infecções na língua;
-Quadros de retardo de crescimento;
– Alterações no aspecto, forma e cor das unhas;
– linfocitopenia (número abaixo do normal de linfócitos no sangue);
– Atrofia do timo (órgão responsável pela produção, maturação e liberação dos linfócitos T);
– Hipogonadismo nos indivíduos do gênero masculino (inibição da produção da testosterona).

Qual a dose indicada de Zinco?

A recomendação de zinco para pessoas acima de 19 anos é de:

– 8 mg ao dia para Mulheres
– 11 mg ao dia para Homens

Como o nosso organismo não tem um mecanismo capaz de produzir ou armazenar o zinco, se faz necessário a ingestão desse nutriente por meio da alimentação ou suplementação.

Uma alimentação equilibrada garante a ingestão diária desse mineral sem a necessidade de suplementação.

No cardápio do brasileiro existem muitas opções ricas em zinco que podem garantir essa dose diária de zinco.

Quais alimentos são ricos em Zinco?

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de um terço dos habitantes do planeta apresenta falta de zinco devido a alimentação.

Esse problema afeta, acima de tudo, países subdesenvolvido e países em desenvolvimento, como o nosso.

Apesar da falta de dados, estimasse que cerca de 20% da população brasileira sofre com a falta de nutrientes, como o zinco.

Para garantir uma boa ingestão de zinco vale diversificar bem o cardápio durante o dia, lembrando que alimentos de origem animal tendem a ter maiores concentrações de zinco.

Alimentos mais presentes no cardápio dos brasileiros e suas concentrações de Zinco
(Quantidades referentes a 100 gramas de cada alimento, segundo a Tabela Brasileira de Composição de Alimentos — TBCA/USP)

Aves:
– Peito de frango – 0,60 mg
– Coxa de frango – 1,99 mg
– Sobrecoxa – 1,35 mg
– Gema do ovo de galinha – 3,54 mg

Carne bovina
– Fraldinha – 4,19 mg      
– Costela – 2,70 mg
– Picanha – 4,00 mg         
– Maminha – 3,48 mg      
– Contrafilé – 3,46 mg

Carne de porco:
– Bisteca – 1,43 mg
– Lombo – 1,94 mg

Peixes:
– Anchova – 1,98 mg       
– Cação – 0,35 mg             
– Tilápia – 0,33 mg
– Sardinha – 1,29 mg

Cereais, grãos e farináceos:
– Arroz – 1,23 mg
– Feijão carioca – 2,83 mg             
– Pão francês – 0,82 mg
– Macarrão – 0,78 mg
– Farinha de mandioca – 0,42 mg
– Café torrado em pó – 0,52 mg

Frutas e Hortaliças:
– Alface – 4,20 mg            
– Tomate – 0,15 mg         
– Banana – 0,17 mg          
– Laranja – 0,11 mg          
– Batata – 0,27 mg            

Leite e derivados:
– Leite integral – 0,38 mg              
– Queijo muçarela – 3,61 mg        

Apesar do zinco estar presente em grande parte dos alimentos consumidos pelos brasileiros, as maiores concentrações desse nutriente estão presentes em cogumelos, semente de abóbora, lentilha e espinafre, que de modo geral, não são muito consumidas no dia a dia do brasileiro.

Fora isso. alguns grupos específicos, como vegetarianos gestantes, lactantes e bebês em amamentação, pessoas com doenças gastrointestinais ou doença falciforme e pessoas que consomem alta quantidade de bebidas alcoólicas apresentam um maior disco de apresentarem deficiência de zinco.

Quando suplementar a falta de Zinco?

Apesar do benefício que o zinco tem para a imunidade isso não significa que você deve começar a suplementar sem orientação médica.

Em excesso, o zinco pode causar mal à saúde, uma vez que ele ocasiona uma ação antioxidante no organismo. Dessa forma, o zinco acaba danificando as membranas e o DNA

Além disso, o zinco em excesso interfere na absorção de outros nutrientes.

A suplementação de zinco deve ser orientada por um profissional da saúde qualificado.

Geralmente são solicitados exames de sangue antes de ser prescrito qualquer suplementação.

Quais os benefícios da suplementação com Zinco?

Segundo estudos publicados no Journal of the Royal Society of Medicine, os benefícios da suplementação estão associados a prevenção de gripes e resfriados.

Voluntários do estudo que receberam suplementação de zinco tiveram uma duração inferior do quadro de gripes e resfriados, comparado aos que não receberam.

Além disso, outras pesquisas e estudos relatam vários benefícios da suplementação do zinco em nosso organismo.

Outro estudo relatou que a suplementação com zinco acarretou a diminuição significativa no número de infecções respiratórias dos voluntários.

Dados dessa mesma pesquisa indicou que também que os voluntários que receberam suplementação de zinco tiveram menos incidência de pneumonia, precisaram tomar menos antibióticos e tiveram menor tempo de duração da doença. 

Ou seja, esse estudo indicou que a suplementação com zinco pode reduzir o número de quadros de pneumonia e a duração dos episódios da doença, além de reduzir também a mortalidade, de forma geral.

Em conclusão é possível observar que o zinco é fundamental para o bom funcionamento do sistema imunológico e essencial no combate a doenças respiratórias como gripes e resfriados.

Além disso a falta e o excesso desse mineral podem afetar diretamente a nossa saúde.

Por isso é essencial saber primeiramente se existe alguma deficiência de ingestão desse mineral antes de começar a tomar qualquer tipo de suplemento.

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